Bom, a oposição que vinha sofrendo seguidas derrotas conseguiu sua principal vitória, ao derrubar o artigo 2o. da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que previa até 2011 a cobrança da CPMF. Foram 45 votos sim, contra 34 não a CPMF. Faltaram 4 votos (e diga-se da base do governo. Ou seja, o próprio governo não soube fazer a lição de casa) para medida provisória virar permanente.
Aaqui no Blog do Rafa você fica sabendo quem a favor ou contra a CPMF.
Entre os representantes do estado cearense, Inácio Arruda (PCdoB) e Patrícia Saboya (PDT) aliaram-se ao Governo votando a favor, enquanto o ex-governador Tasso Jereissati (PSDB) votou contra.
Segue a Lista abaixo. Sim é a favor, Não é contra ao imposto.
DEM - Juntos pelo NÃO
Adelmir Santana (DEM-DF) - NÃO
Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) - NÃO
Demóstenes Torres (DEM-GO) - NÃO
Efraim Morais (DEM-PB) - NÃO
Eliseu Resende (DEM-MG) - NÃO
Heráclito Fortes (DEM-PI) - NÃO
Jayme Campos (DEM-MT) - NÃO
Jonas Pinheiro (DEM- MT) - NÃO
José Agripino (DEM-RN) - NÃO
Kátia Abreu (DEM- TO) - NÃO
Marco Maciel (DEM-PE) - NÃO
Maria do Carmo Alves (DEM-SE) - NÃO
Raimundo Colombo (DEM-SC) - NÃO
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) - NÃO
PC do B
Inácio Arruda (PC do B-CE) - SIM
PDT - Unidos no SIM
Cristovam Buarque (PDT-DF) - SIM
Jefferson Peres (PDT-AM) - SIM
João Durval (PDT-BA) - SIM
Osmar Dias (PDT-PR) - SIM
Patrícia Saboya (PDT-CE) - SIM
PMDB
Almeida Lima (PMDB-SE) - SIM
Edison Lobão (PMDB-MA) - SIM
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) - não votou (o presidente só voto em caso de empate)
Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) - NÃO
Gerson Camata (PMDB-ES) - SIM
Gilvam Borges (PMDB-AP) - SIM
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) - NÃO
José Maranhão (PMDB-PB) - SIM
José Sarney (PMDB-AP) - SIM
Leomar Quintanilha (PMDB-TO) - SIM
Mão Santa (PMDB-PI) - NÃO
Neuto de Conto (PMDB-SC) - SIM
Paulo Duque (PMDB-RJ) - SIM
Pedro Simon (PMDB-RS) - SIM
Romero Jucá (PMDB-RR) - SIM
Renan Calheiros (PMDB-AL) - SIM
Roseana Sarney (PMDB-MA) - SIM
Valdir Raupp (PMDB-RO) - SIM
Valter Pereira (PMDB-MS) - SIM
Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG) - SIM
PP
Francisco Dornelles (PP-RJ) - SIM
PR
César Borges (PR-BA) - NÃO
Expedito Júnior (PR-RO) - NÃO
João Ribeiro (PR-TO) - SIM
Magno Malta (PR-ES) - SIM
PRB
Euclydes Mello (PRB-AL) - SIM
Marcelo Crivella (PRB-RJ) - SIM
PSB
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) - SIM
Renato Casagrande (PSB-ES) - SIM
PSDB – Juntos pelo NÃO
Alvaro Dias (PSDB-PR) - NÃO
Arthur Virgílio (PSDB-AM) - NÃO
Cícero Lucena (PSDB-PB) - NÃO
Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - NÃO
Flexa Ribeiro (PSDB-PA) - NÃO
João Tenório (PSDB-AL) - NÃO
Lúcia Vânia (PSDB-GO) - NÃO
Marconi Perillo (PSDB-GO) - NÃO
Mário Couto (PSDB-PA) - NÃO
Marisa Serrano (PSDB-MS) - NÃO
Papaléo Paes (PSDB-AP) - NÃO
Sérgio Guerra (PSDB-PE) - NÃO
Tasso Jereissati (PSDB-CE) - NÃO
PSOL
José Nery (PSOL-PA) - NÃO
PT – Unidos pelo SIM
Aloizio Mercadante (PT-SP) - SIM
Augusto Botelho (PT-RR) - SIM
Delcídio Amaral (PT-MS) - SIM
Eduardo Suplicy (PT-SP) - SIM
Fátima Cleide (PT-RO) - SIM
Flávio Arns (PT-PR) - SIM
Ideli Salvatti (PT-SC) - SIM
João Pedro (PT-AM) - SIM
Paulo Paim (PT-RS) - SIM
Serys Slhessarenko (PT-MT) - SIM
Sibá Machado (PT-AC) - SIM
Tião Viana (PT-AC) - SIM
PTB
Epitácio Cafeteira (PTB-MA) - SIM
Gim Argello (PTB-DF) - SIM
João Vicente Claudino (PTB-PI) - SIM
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) - ausente
Romeu Tuma (PTB-SP) - NÃO
Sérgio Zambiasi (PTB-RS) – SIM
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Lula sofre duro revés e a perda de 40 milhões com o fim da CPMF
Depois de exato um mês sem postagem no blog, eis que renasço das cinzas da falta de motivação e notícias, e também, por contas de provas na faculdade, para voltar a escrever as minhas idéias.
Ontem chegou ao fim a famigerada novela da Contribuição Provisória Movimentação Financeira (CPMF), que ficou conhecido como o “imposto do cheque”, que nosso companheiro Lula afirmava em seus discursos populistas e por muitas vezes demagogos, que era um imposto para ajudar os pobres carentes, vítimas das desigualdades e malfadados pelo destino.
A base governista tentou articular por toda quarta-feira nos gabinetes dos senadores votos “Pró-CPMF”. A última cartada, literalmente para a manutenção do “imposto do cheque” foi uma carta-testemunho enviada pelo presidente Lula e os ministros José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) e Guido Mantega (Fazenda) em que o governo se comprometia em repassar 100% dos recursos dispostos com a CPMF para a saúde.
A cartada não deu resultado. Com todos os 79 votos possíveis, e sem nenhuma abstenção por parte dos nossos senadores, o resultado foi: 45 votos a favor da prorrogação da CPMF até 2011 e 34 votos contra. O governo precisava de 49 votos.
E no dia 31 de dezembro, o imposto que virou guerra entre governo e oposição chega ao fim. E pode-se dizer que em seu segundo mandato o presidente Lula teve sua primeira derrota, em uma quinta-feira “13” para o governo.
Já na madrugada de quinta-feira, ainda houve tempo para os senadores prorrogarem a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A votação ficou assim: 60 a 18 a favor da DRU.
Quem não sabe, a DRU dar liberdade ao governo de usar 20% das receitas do Orçamento.
Ontem chegou ao fim a famigerada novela da Contribuição Provisória Movimentação Financeira (CPMF), que ficou conhecido como o “imposto do cheque”, que nosso companheiro Lula afirmava em seus discursos populistas e por muitas vezes demagogos, que era um imposto para ajudar os pobres carentes, vítimas das desigualdades e malfadados pelo destino.
A base governista tentou articular por toda quarta-feira nos gabinetes dos senadores votos “Pró-CPMF”. A última cartada, literalmente para a manutenção do “imposto do cheque” foi uma carta-testemunho enviada pelo presidente Lula e os ministros José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) e Guido Mantega (Fazenda) em que o governo se comprometia em repassar 100% dos recursos dispostos com a CPMF para a saúde.
A cartada não deu resultado. Com todos os 79 votos possíveis, e sem nenhuma abstenção por parte dos nossos senadores, o resultado foi: 45 votos a favor da prorrogação da CPMF até 2011 e 34 votos contra. O governo precisava de 49 votos.
E no dia 31 de dezembro, o imposto que virou guerra entre governo e oposição chega ao fim. E pode-se dizer que em seu segundo mandato o presidente Lula teve sua primeira derrota, em uma quinta-feira “13” para o governo.
Já na madrugada de quinta-feira, ainda houve tempo para os senadores prorrogarem a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A votação ficou assim: 60 a 18 a favor da DRU.
Quem não sabe, a DRU dar liberdade ao governo de usar 20% das receitas do Orçamento.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Concurso Textos e Cartazes da FAC - parte2
Agora como prometido, o texto premiado com o 2º lugar no concurso.
Artigo - Letargia Social
Fechei meus olhos, uma imagem escura apareceu em minha mente, tento achar alguma forma de luz, alguma lembrança, algum fato marcante para que eu possar voltar a desenhar em minha mente formas mais concretas de imagens.
Os sons dos carros, das motos, dos ônibus, das pessoas conversando, gritando, atrapalham meu minuto, minha escuridão tranqüilizante. Tento voltar ao meu descansar fantasmagórico, mas um som especial me chama atenção, me desperta da letargia que me encontro. O ruído é de uma criança, de um garoto, deve ter no máximo seus 8 anos. Está a desempenhar seu dever, vendendo suas balas nas conduções. Extrovertido, diferente de mim. Aparentemente feliz, ao contrário de mim. Põe em prática suas palavras, seu espírito levado de criança que encanta, que me faz recordar momentos inquietantes que minha memória prefere esquecer.
Por um momento me vejo naquele menino, sua expressão terna, sua voz meiga, um brilho no olhar que cristaliza minha alma, purifica meus instintos, dramatiza minha consciência, estigmatiza meu eu. Ah, pobre criança! Acorrentada a laços tão subdesenvolvidos, de um povo individualista. O que será de uma criança como aquela que tanto tem a oferecer e tão pouco tem a ganhar? Talvez nada, talvez esteja petrificada ao breu, à sombra. Oh, triste sina das crianças sem seus momentos infantis! Oh, triste sina de famílias despedaçadas! Oh, triste sina dos jovens sem destino! Oh, triste sina do povo humilde que não tem nada a oferecer, a não ser sua força de vontade. O que posso eu na minha letargia vã, de um sonhador sem utopias ajudar o destino de tal criança. Será que não posso em meus instintos mais selvagens encontrar um espírito de solidariedade para com meus irmãos?
Eu não tenho nada a oferecer, vivo jogado nas traças da sociedade por não ter nada a oferecer, senão minha nobre solidariedade e meu consolo de auxílio. Eu me chamo Francisco, mais pode me chamar de José, João, Antônio, Emanuel, Gabriel, Pedro, Paulo, outro nome qualquer, pois o que menos importa é o nome, pois já sou um ser sem ação.
Agora aquele menino que me faz lembrar fatos, momentos, que me perturbam recolhe seus saquinhos de balinhas que deu para os passageiros, junto com as poucas moedas. Agradecimentos são dados. As pessoas que contribuíram parecem satisfeitas com o seu ato generoso. Mas me pergunto, o que pode ser de ajuda a tal menino tão míseros centavos? Que sentimento filantrópico sente essas pessoas em ajudar aquele garoto? Será que pensam que vão salvar o destino daquela criança? Será que pensam que tudo vai ser revestido em pão? Será que pensam que centavos salvam vidas? Essas atitudes não passam de paliativos, doses traumáticas de humilhação e consciência.
Nossa vida toda é assim, doses paliativas. O governo é assim, doses paliativas de ajuda, de ética, de comprometimento nas ações. É muito fácil dosar paliativamente a solidariedade. Eu ajudo aquela instituição, estou fazendo minha parte. Ótimo. E a outra que ficou de fora desse espírito, dessa dose? Famigeradas doses paliativas de responsabilidade social.
O menino foi embora e estou ainda na minha letargia. O meu comprometimento é comigo, afinal também preciso de ajuda. Às vezes não tenho nem o que comer, ganho pouco, o que estou sentindo – doses paliativas da sociedade letárgica. Viva a solidariedade pagã! Viva a solidariedade! Viva os incentivos descompromissados!
Lembrei: solidariedade não tem idade, e desde quando o povo sabe o que é isso? Dar comida e pensar que está tudo indo bem, companheiro, não é solidariedade, é esmola. Esta letargia imunda que me abstrai a consciência.
Ah, eu não quero ser esta solidariedade para os pobres, eu quero é o respeito social dos abastados, dos intelectuais, dos poderosos. Este é o meio de sair dessa ilusória caverna psicodélica que só me lembra minha infância sem oportunidades que tanto quero esquecer. Esta mesma famigerada infância deste menino sem nome, ou melhor que fala o nome mas que minha curta lembrança dos fatos me fazem esquecer em cinco segundos.
Solidariedade, palavra que ecoa como uma loa, que me faz pensar em cadáveres respirantes da África, em indigentes, em choros agonizantes de minha infância que tanto quero esquecer, de pais e país sem voz, de promessas não cumpridas, de verbas desviadas, de sonhos perdidos, de uma esperança latente mas ainda letárgica que adormece nas irresponsabilidades sociais.
Ah, terra bendita mas amaldiçoada por corsários que só buscam o pão sem reparti-lo. Que consomem o vinho sem apreciá-lo. Consigo abrir os olhos, mas pra que adianta se a escuridão está na minha alma?
Descanse em paz solidariedade dos homens ou então renasça como fênix, brilhe no mais alto posto e coloque em prática os ensinamentos de ajuda, compreensão, amor, doação ao seu próximo. Ou então... Ou então pense você mesmo.
Artigo - Letargia Social
Fechei meus olhos, uma imagem escura apareceu em minha mente, tento achar alguma forma de luz, alguma lembrança, algum fato marcante para que eu possar voltar a desenhar em minha mente formas mais concretas de imagens.
Os sons dos carros, das motos, dos ônibus, das pessoas conversando, gritando, atrapalham meu minuto, minha escuridão tranqüilizante. Tento voltar ao meu descansar fantasmagórico, mas um som especial me chama atenção, me desperta da letargia que me encontro. O ruído é de uma criança, de um garoto, deve ter no máximo seus 8 anos. Está a desempenhar seu dever, vendendo suas balas nas conduções. Extrovertido, diferente de mim. Aparentemente feliz, ao contrário de mim. Põe em prática suas palavras, seu espírito levado de criança que encanta, que me faz recordar momentos inquietantes que minha memória prefere esquecer.
Por um momento me vejo naquele menino, sua expressão terna, sua voz meiga, um brilho no olhar que cristaliza minha alma, purifica meus instintos, dramatiza minha consciência, estigmatiza meu eu. Ah, pobre criança! Acorrentada a laços tão subdesenvolvidos, de um povo individualista. O que será de uma criança como aquela que tanto tem a oferecer e tão pouco tem a ganhar? Talvez nada, talvez esteja petrificada ao breu, à sombra. Oh, triste sina das crianças sem seus momentos infantis! Oh, triste sina de famílias despedaçadas! Oh, triste sina dos jovens sem destino! Oh, triste sina do povo humilde que não tem nada a oferecer, a não ser sua força de vontade. O que posso eu na minha letargia vã, de um sonhador sem utopias ajudar o destino de tal criança. Será que não posso em meus instintos mais selvagens encontrar um espírito de solidariedade para com meus irmãos?
Eu não tenho nada a oferecer, vivo jogado nas traças da sociedade por não ter nada a oferecer, senão minha nobre solidariedade e meu consolo de auxílio. Eu me chamo Francisco, mais pode me chamar de José, João, Antônio, Emanuel, Gabriel, Pedro, Paulo, outro nome qualquer, pois o que menos importa é o nome, pois já sou um ser sem ação.
Agora aquele menino que me faz lembrar fatos, momentos, que me perturbam recolhe seus saquinhos de balinhas que deu para os passageiros, junto com as poucas moedas. Agradecimentos são dados. As pessoas que contribuíram parecem satisfeitas com o seu ato generoso. Mas me pergunto, o que pode ser de ajuda a tal menino tão míseros centavos? Que sentimento filantrópico sente essas pessoas em ajudar aquele garoto? Será que pensam que vão salvar o destino daquela criança? Será que pensam que tudo vai ser revestido em pão? Será que pensam que centavos salvam vidas? Essas atitudes não passam de paliativos, doses traumáticas de humilhação e consciência.
Nossa vida toda é assim, doses paliativas. O governo é assim, doses paliativas de ajuda, de ética, de comprometimento nas ações. É muito fácil dosar paliativamente a solidariedade. Eu ajudo aquela instituição, estou fazendo minha parte. Ótimo. E a outra que ficou de fora desse espírito, dessa dose? Famigeradas doses paliativas de responsabilidade social.
O menino foi embora e estou ainda na minha letargia. O meu comprometimento é comigo, afinal também preciso de ajuda. Às vezes não tenho nem o que comer, ganho pouco, o que estou sentindo – doses paliativas da sociedade letárgica. Viva a solidariedade pagã! Viva a solidariedade! Viva os incentivos descompromissados!
Lembrei: solidariedade não tem idade, e desde quando o povo sabe o que é isso? Dar comida e pensar que está tudo indo bem, companheiro, não é solidariedade, é esmola. Esta letargia imunda que me abstrai a consciência.
Ah, eu não quero ser esta solidariedade para os pobres, eu quero é o respeito social dos abastados, dos intelectuais, dos poderosos. Este é o meio de sair dessa ilusória caverna psicodélica que só me lembra minha infância sem oportunidades que tanto quero esquecer. Esta mesma famigerada infância deste menino sem nome, ou melhor que fala o nome mas que minha curta lembrança dos fatos me fazem esquecer em cinco segundos.
Solidariedade, palavra que ecoa como uma loa, que me faz pensar em cadáveres respirantes da África, em indigentes, em choros agonizantes de minha infância que tanto quero esquecer, de pais e país sem voz, de promessas não cumpridas, de verbas desviadas, de sonhos perdidos, de uma esperança latente mas ainda letárgica que adormece nas irresponsabilidades sociais.
Ah, terra bendita mas amaldiçoada por corsários que só buscam o pão sem reparti-lo. Que consomem o vinho sem apreciá-lo. Consigo abrir os olhos, mas pra que adianta se a escuridão está na minha alma?
Descanse em paz solidariedade dos homens ou então renasça como fênix, brilhe no mais alto posto e coloque em prática os ensinamentos de ajuda, compreensão, amor, doação ao seu próximo. Ou então... Ou então pense você mesmo.
Concurso Textos e Cartazes da FAC
Depois de tempos sem postar nadinha, estou de voltar ao meu querido amigo blog. Desde já peço desculpas por não atualizar com mais frequência, a questão é que esses meses foram puxadíssimos.Enfim a pedidos de colegas vou colocar aqui os dois trabalhos que fiz que foram premiados no Concurso Textos e Cartazes da FAC (Faculdades Cearenses). O primeiro é o cartaz que ficou em 3º lugar, no outro post coloco o texto. O tema do concurso era "Solidariedade".
Espero que gostem.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
O emprego chegando com o Papai Noel
Em entrevista cedida aos alunos da disciplina de Práticas de Reportagem das Faculdades Cearenses (FAC), o coordenador da região de Fortaleza do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Marcos Cunha, relatou sobre a abertura de mais de 18 mil vagas no mercado de trabalho com a chegada do fim do ano no estado do Ceará.
Fortaleza - Nesta época, quando se aproxima o fim do ano, muitas são as pessoas que procuram agências de encaminhamento de emprego na oportunidade de entrar no mercado de trabalho.
O coordenador da região de Fortaleza do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Marcos Cunha, em coletiva cedida aos alunos do 4º semestre de jornalismo das Faculdades Cearenses (FAC) revelou que empregos na área do comércio, indústria e serviços são os mais procurados, devido às festas e as férias de final de ano. A previsão do SINE-IDT é quem sejam abertas, no estado do Ceará, no período de outubro a dezembro, pelo menos 18.833 vagas de emprego, o que representaria um acréscimo de 5% a mais do que o mesmo período do ano passado. E ao dia o número de pessoas que vão se cadastrar na instituição é de 800 a 100 mil.
De acordo com Cunha, os meses de outubro a dezembro são os de maiores procura em busca de trabalho. “Muitas pessoas vem de Caucaia, Maracanaú, o seja, da Região Metropolitana em busca de emprego. São de 800 a 1000 mil pessoas que procuram o SINE”, informou o entrevistado.
Seja em qualquer setor a busca por uma vaga é muito concorrida. Se antes um diploma de ensino médio e noções de informática eram sinônimos de serviço garantido, hoje o candidato precisa de um nível de especialização muito maior. Cursos profissionalizantes, pós-graduações, domínio de mais de uma língua, são requisitos essenciais pra quem pleiteia um emprego com uma boa gratificação.
O coordenador disse que o perfil de quem procura o SINE-IDT está mudando.”Se antes era só peão, agora há professores, médicos que procuram nossos serviços em busca de vagas”,declarou Cunha, ressaltado a variedade de opções de emprego oferecida pelo SINE-IDT.
Cunha salientou que, no IDT os futuros empregados fazem treinamentos para melhor se encaixar no perfil desejado pela empresa filiada. “Realizamos treinamentos com 5 turmas de garçons para barracas de praia agora. E todos os serviços disponibilizados pelo SINE são gratuitos”, finalizou.
Serviços:
O candidato que queira se cadastrar ao SINE-IDT deve comparecer nas unidades de atendimentos espalhadas pela capital com o RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de escolaridade e sem esquecer a carteira de trabalho.
Fortaleza - Nesta época, quando se aproxima o fim do ano, muitas são as pessoas que procuram agências de encaminhamento de emprego na oportunidade de entrar no mercado de trabalho.
O coordenador da região de Fortaleza do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Marcos Cunha, em coletiva cedida aos alunos do 4º semestre de jornalismo das Faculdades Cearenses (FAC) revelou que empregos na área do comércio, indústria e serviços são os mais procurados, devido às festas e as férias de final de ano. A previsão do SINE-IDT é quem sejam abertas, no estado do Ceará, no período de outubro a dezembro, pelo menos 18.833 vagas de emprego, o que representaria um acréscimo de 5% a mais do que o mesmo período do ano passado. E ao dia o número de pessoas que vão se cadastrar na instituição é de 800 a 100 mil.
De acordo com Cunha, os meses de outubro a dezembro são os de maiores procura em busca de trabalho. “Muitas pessoas vem de Caucaia, Maracanaú, o seja, da Região Metropolitana em busca de emprego. São de 800 a 1000 mil pessoas que procuram o SINE”, informou o entrevistado.
Seja em qualquer setor a busca por uma vaga é muito concorrida. Se antes um diploma de ensino médio e noções de informática eram sinônimos de serviço garantido, hoje o candidato precisa de um nível de especialização muito maior. Cursos profissionalizantes, pós-graduações, domínio de mais de uma língua, são requisitos essenciais pra quem pleiteia um emprego com uma boa gratificação.
O coordenador disse que o perfil de quem procura o SINE-IDT está mudando.”Se antes era só peão, agora há professores, médicos que procuram nossos serviços em busca de vagas”,declarou Cunha, ressaltado a variedade de opções de emprego oferecida pelo SINE-IDT.
Cunha salientou que, no IDT os futuros empregados fazem treinamentos para melhor se encaixar no perfil desejado pela empresa filiada. “Realizamos treinamentos com 5 turmas de garçons para barracas de praia agora. E todos os serviços disponibilizados pelo SINE são gratuitos”, finalizou.
Serviços:
O candidato que queira se cadastrar ao SINE-IDT deve comparecer nas unidades de atendimentos espalhadas pela capital com o RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de escolaridade e sem esquecer a carteira de trabalho.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
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